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Pesquisa realizada em janeiro mostra que Santa Luzia tem risco médio para proliferação do Aedes aegypti

26 de janeiro de 2024

População tem papel importante na prevenção das arboviroses, devendo sempre manter os criadouros livres de água

O município de Santa Luzia apresenta um risco médio para o desenvolvimento do mosquito Aedes aegypti. Esse dado foi obtido na primeira etapa do Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti, o LIRAa, realizado no mês de janeiro. Desde o ano passado, a equipe do Departamento de Controle de Zoonoses tem se dedicado ao planejamento e preparativos para execução das atividades. Este método consiste em identificar quantos e quais os principais criadouros do mosquito em imóveis e terrenos baldios selecionados no município.

O objetivo do levantamento é gerar informações a respeito dos fatores que favorecem a proliferação do mosquito, direcionando de maneira mais rápida e eficaz as ações de controle, para os locais que necessitem de maior assistência. Os resultados gerados no campo são compilados e, após uma série de cálculos, é obtida uma porcentagem avaliada de acordo com parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde. O valor obtido durante este primeiro levantamento do ano foi de 2,5, que significa risco médio para proliferação do Aedes aegypti.

Além disso, os recipientes onde mais se encontraram larvas foram: tambores, manilhas, caixas d’água ao nível do solo, bebedouros de animais, lixo (latas, sacos plásticos, garrafas pet, entre outros) e pneus. Por isso, é muito importante que a população do município verifique diariamente todo e qualquer recipiente capaz de armazenar água e descartar essa água, com o objetivo de evitar o crescimento de larvas e, consequentemente, o aparecimento das doenças dengue, zika e chikungunya.

Os bairros onde foram observados os maiores números de larvas positivas foram: São Benedito, Palmital, Três Corações, Bom Destino, São Geraldo, Nova Conquista, Cristina, Baronesa, Asteca, Duquesa e Frimisa.